segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Polegares cortados

JUÍZES 1.1-8

Setenta reis, a quem haviam sido cortados os polegares das mãos e dos
pés, apanhavam migalhas debaixo da minha mesa; assim como eu ? z,
assim Deus me pagou. (Jz 1.7.)


Depois da morte de Josué, havia ainda muita terra para ser conquistada.
A tribo de Judá subiu primeiro à conquista dos cananeus que ainda restavam.
Encontraram a Adoni-Bezeque, o rei de Jerusalém. Tomaram-lhe as
cidades e o prenderam. Cortaram-lhe os polegares das mãos e dos pés: algo
tão cruel, que não fora aplicado a nenhum outro rei dominado. Foi então
que ouviram o seu próprio testemunho: Setenta reis, a quem haviam sido
cortados os polegares das mãos e dos pés, apanhavam migalhas debaixo da minha
mesa; assim como eu ? z, assim Deus me pagou.

No época do Antigo Testamento havia a lei do “olho por olho, dente por
dente”. Provérbios diz que quem abre uma cova nela cairá (26.27). E, na vida
de Adoni-Bezeque cumpriu-se literalmente esse provérbio. Tudo o que ele
plantara ironicamente em setenta homens nobres, agora colhia no próprio
corpo. A humilhação a que expusera setenta homens, era então a sua própria
realidade.

Jesus nos ensinou a amar sempre. A amar o amigo, o inimigo. A perdoar
e a fazer o bem a todos. Ele chegou a nos dar um “novo mandamento”: ...
que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei (Jo 15.12). O amor é
sempre vitorioso. E, já pensou na colheita do que semeia somente amor?
Ainda que eu fale dos anjos a língua do céu,
Pregue tão bem com palavras de puro mel,
Possa até mesmo meu corpo em sacrifício dar,
Ou ? que tão pobre por de tudo me despojar,
Mas, se tudo isso não for por amor
Todo o meu esforço não tem nenhum valor.

O Espírito de Deus derrama o divino amor no coração
De quem o busca, e esse amor é pura ação.

Pai, que o meu coração esteja sempre cheio do teu bondoso
amor, e que eu o possa repartir com todos ao meu redor.
Amém.




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