
A luz é um grande separador. Ela separa a luz das trevas. Quando expomos à luz, temos duas opções- saudá-la e aceitá-la ou fechar nossos olhos e virar em direção oposta. Precisamos aceitá-la e nos beneficiar dela ou rejeitá-la. Com a luz, não há meio termo.
O mesmo acontece com o cristianismo. Nosso verso de hoje diz que alguns buscam a luz de Jesus, enquanto outros fazem de tudo que podem para evitá-la.
A diferença entre as duas reações reside na natureza humana. A natureza humana caída ama as trevas ao invés da luz. Ela não gosta de ter seus atos e motivos espostos. Muitos dos que pertencem a igreja e frequentam todos os domingos não gostam da luz.
Porquê? por que razão preferiria alguém as trevas à luz? A bíblia nos dá a resposta dizendo que as obras dessas pessoas são más.
Mas como elas sabem que são más? Porque todas as pessoas têm uma consciência que as impressiona com noções do que é certo e do que é errado.
O problema é que fazemos coisas que sabemos serem erradas. Por quê? Porque gostamos de fazer essas coisas.
O problema das pessoas não está tanto no seu intelecto como em sua natureza. É por isso que a bíblia nos recomenda vez após outra que precisamos de uma nova natureza, que precisamos ser convertidos e precisamos colocar Deus no centro de nossa vida e não prazeres próprios.
Resumindo, precisamos vir para a luz e ser transformados por ela. É isso que quer dizer cristianismo. Aqueles que não nasceram de novo odeiam a luz, mas os que são verdadeiramente retos para com Deus, não só amam a luz, como querem compartilhar a alegria da luz com outros.
Paz
No monte das bem-aventuranças.
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