Jesus declarou: "Digo-lhe a verdade: Ninguém pode ver o reino de Deus, se não nascer de novo. ... Digo-lhe a verdade: Ninguém pode entrar no reino de Deus, se não nascer da água e do espírito." João 3:3-5, NVI.

Oi pessoal, hoje resolvi falar sobre "pecado", espero que possa esclarecer algumas coisas pra vocês.
A espécie mais esquiva e enganos de pecado é a que se pode chamar de pecado "vegetariano".
O que, podemos perguntar, são pecados "vegetarianos"?
São tipos de pecados ilustrados por Jesus em Mateus 6:1-8: pecados essencialmente ligados às práticas religiosas, tais como orar e ajudar os pobres. Eu os chamei de vegetarianos porque eles parecem tão bons, tão saudáveis.
Mas nisto está o seu poder de nos pegar desprevinidos. Esse pecado é enganoso porque aparenta e dá a impressão de ser religioso. Ele pode ser verdadeiramente religioso ou pode ser apenas outra maneira de fazer-nos sentir bem a respeito de nós mesmos, exceto que, dessa vez, o que dá prazer não é quão ímpio eu sou, mas quão justo sou. O poder enganador dos pecados vegetarianos reside no próprio fato de fazer-nos sentir limpos, mesmo quando ainda estamos cheios da polpa podre do pecado: a orgulhosa auto-suficiência.
Jesus quer nos salvar da nossa auto-suficiência, até de nosso orgulho espiritual e até mesmo da satisfação por nossas realizações na vida religiosa.
E como Ele se propõe a fazer isso? Da mesma forma como lida com a prostituição e o tráfico de drogar. Ele quer que o nosso espírito orgulhoso caia aos pés da cruz e seja crucificado. Ele quer que crucifiquemos as atitudes erradas da adoração e a atitude de achar que somos superiores às pessoas das outras igrejas ou às pessoas que não têm igreja nenhuma.
Mas além da crucificação de nossa vaidosa justiça própria, Jesus quer proporcionar o nosso renascimento por meio da vida no Espírito. Ele quer que nasçamos de novo com uma nova atitude. Quer que nasçamos do alto. Quer salvar-nos até mesmo dos pecados vegetarianos. E as boas novas são que Ele é capaz de fazer isso. Ou seja, Ele pode fazê-lo, se humildemente clamarmos, neste e em todos os dias, por seu auxílio.
Paz
No monte das bem-aventuranças
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